18 de julho de 2016

Continuação sobre o estúdio

1 de julho de 2016

"A sala que eu descrevi no artigo abaixo foi construída para ser um estúdio de qualidade profissional para amplificadores de guitarras elétricas. Antes disso, ela havia sido feita para ter um som bem seco, porque era a minha sala de controle de quando eu tinha um estúdio de "rock". Quando meu estúdio eletrônico na sala de estar foi instalado, e a sala estava vazia, eu coloquei meu stack Marshall ali. Eu escutava Ziggy Stardust ou Black Sabbath e ficava frustrado com minha guitarra por não soar tão bem quanto a deles. Essa sala foi construída, e esse problema foi resolvido. Colocar um conjunto de alto-falantes estéreo ali e enviar sons do meu computador para a sala foi pensado depois. Na época que a sala foi terminada, eu pensava em usá-la para esse segundo propósito, então eu bati palmas nela pela primeira vez e fiquei desapontado. Parecia um som quase morto, sem nenhum retorno verdadeiro. Mas quando eu enviei sons bem altos para dentro dela e coloquei microfones em posições específicas eu fiquei bem empolgado. Eu consegui fazer aquela sala soar como um reverb sendo criativo. Não é uma câmara de reverberação. Também não é uma sala muito grande ou com o teto alto, mas eu consegui fazê-la soar como uma sendo engenhoso. Isso é como fazer um sintetizador ou drum machine fazer coisas que seus fabricantes não sabiam que poderiam ser feitas; algo do tipo "Quando Leo Fender inventou a Stratocaster, ele não tinha ideia de que ela um dia faria os sons que Hendrix fez", mas em menor escala. Minha omissão do propósito desejado da sala no texto anterior foi um descuido, então eu achei que devia mencioná-lo."

Tradução: Pedro Tavares

Nenhum comentário:

Postar um comentário