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9 de fevereiro de 2020

John Frusciante: os equipamentos usados na primeira apresentação com o Red Hot Chili Peppers


John Frusciante se apresentou pela primeira vez com o Red Hot Chili Peppers após sua volta em um evento em homenagem a Andrew Burkle nesse 08 de fevereiro de 2020. A banda tocou "Give It Away" e os covers "I Wanna Be Your Dog" do The Stooges e "Not Great Man" do Gang Of Four. Contudo, Chad Smith não estava presente por ter sua exposição de arte na Flórida, com isso, Stephen Perkins assumiu a bateria. Além de Frusciante tocar com o Jane's Addiction - ao lado de Dave Navarro - em "Mountain Song", ele também subiu ao palco para tocar com o Thelonious Monster junto a Flea e os integrantes do Fishbone, Angelo Moore e Norwood Fisher.




Guitarras:

Conforme já havíamos falado com exclusividade, Frusciante iria voltar a tocar as suas Fender Stratocasters. No evento haviam três das quatro guitarras verificadas por Dave Lee: a sunburst de 1962, a sunburst em dois tons de 1955 e a olympic white de 1963.




- Red Hot Chili Peppers
"Give It Away" - Fender Stratocaster de 1962
"I Wanna Be Your Dog" - Fender Stratocaster de 1955
"Not Great Men" - Fender Stratocaster de 1962


- Jane's Addiction
"Mountain Song" - Fender Stratocaster de 1962



- Thelonious Monster
???  - Fender Stratocaster de 1955




A Fender Stratocaster de 1963 ficou como guitarra de aquecimento no backstage - o que já era esperado, pois ela não é um instrumento que muito agrada Frusciante.




Pedais:

Essa é a parte de mais difícil identificação - por ser um show durante o dia, foi colocado uma fita preta em alguns pedais para que ela gerasse uma sombra e a visualização da luz do pedal quando ativado ficasse mais evidente. Além disso, não houve (até o momento) nenhuma foto especifica dos pedais usados por Frusciante e, por isso, o reconhecimento não é 100% preciso. Mas pelo que parece, tanto o Ibanez WH-10 e o Boss DS-2 Turbo Distortion perderam lugar após todo esse tempo.

- Boss TU-3 Chromatic Turner (?)
- Electro-Harmonix Holy Grail Reverb
- ???
- Xotic XW-1 Limited Edition
- ???
- Boss SD-1 Super Overdrive (?)
- MXR Micro Amp (?)
- Boss CE-1 Chorus Enseamble






Cabe citar que esses não são os pedais definitivos de Frusciante para a turnê - foram montados com base nessa apresentação de três músicas com a banda.





Amplificador:

- Marshall Silver Jubilee 25/55 com uma caixa 4x12.




Agradecimento: Felipe Freitas, Vinicius Furlan, Bruno Portugal, Adam Viana, Claudio Sampaio, Felipe (Made In Brazil) e Vitor Meireles.


20 de julho de 2016

Ataxia


Guitarras:
1962 Fender Jaguar
1963 Fender Telecaster

Pedais:
- Boss CE-1 Chorus Ensemble
- Electro-Harmonix Holy Grail Reverb
- Line 6 DL4 Delay Modeler






Sintetizador:
- Doepfer A-100

Amplificadores:
- 1960s Fender Bassman
- VOX AC30
- VOX ???

18 de julho de 2016

Amps: Californication - Red Hot Chili Peppers

Gravação:


"Meus amplificadores são essencialmente Marshall's, um cabeçote de baixo e um cabeçote de guitarra de que eu uso juntos, mas eu também tenho um Fender Showman para os meus sons limpos."
- Total Guitar (UK), Outono de 1999


- Marshall JTM-45

"Neste álbum, eu usei um verdadeiro e velho Marshall de 1965."
- Guitar One (USA), Setembro de 1999

"[Em "Around The World"] É um Fender Jaguar que peguei emprestada do nosso engenheiro de gravação, Jim Scott. Gosto das Jaguar - elas tem um som muito legal. Pluguei-a em dois Marshalls: um JTM-45 e um SuperBass de 100 watts.

- Marshall 25/55 Silver Jubilee

- Marshall Major

- Fender Blackface Showman


"[Em "Scar Tissue"] Foi minha Strato '55 com braço de maple - a maioria das bases foi gravada com essa guitarra. Creio que liguei-a ao Showman, porque o Marshall não era limpo o suficiente."
- Guitar Player (UK), Setembro de 1999

"[Em "Oherside"] É uma Gretsch White Falcon '55 através do Showman e uma caixa Marshall 4x12."
- Guitar Player (UK), Setembro de 1999

"Eu fiz slide em uma Telecaster no Fender Showman. Meu guitarrista de slide favorito é Snake Finger. Sua influência não é evidente na canção, mas é assim que eu pratico slide: tocando junto com ele e Jimmy Page."
- Guitar One (USA), Setembro de 1999

- Marshall Super Bass

"[Em "Around The World"] É um Fender Jaguar que peguei emprestada do nosso engenheiro de gravação, Jim Scott. Gosto das Jaguar - elas tem um som muito legal. Pluguei-a em dois Marshalls: um JTM-45 e um SuperBass de 100 watts. O SuperBass é ótimo e tem um som bem gordo. O timbre muda algumas vezes durante a música."
- Guitar Player (UK), Setembro de 1999

"Eu também usei o cabeçote de baixo de 200 watts que eu usei em BloodSugar- eu uso uma cabeçote de baixo e uma cabeçote de guitarra ao mesmo tempo; é assim que eu toco. Eu consegui um bom som para este álbum, mas não Louie [braço direito da banda] não quer que eu leve os cabeçotes em turnê, porque ele acha que vai quebrar."
- Guitar One (USA), Setembro de 1999

- Marshall JCM-800

"No overdub [em "Otherside"], usei uma Gibson SG Custom '61 com um Marshall JCM 800 no talo - um humbucker num Marshall, como Eddie Van Halen."
- Guitar Player (UK), Setembro de 1999

- Vox AC30

"Essas faixas particulares incluem "Porcelain", que possui uma parte de guitarra maravilhosamente delicada. Parece que foi tratada através de um efeito Leslie, mas foi de fato alcançado simplesmente dividindo o som da guitarra na saída de um pedal chorus, entre um Marshall de um lado e do canal de vibrato de um antigo Vox AC30, de outro."
- Total Guitar (UK), Outono de 1999

Amps: By The Way - Red Hot Chili Peppers

Gravação:

- Marshall Major 
- Marshall Super Bass

"Sim, eu usei [os Marshalls Major e Super Bass] todo o tempo em estúdio."
- Tonal Telepathy, Agosto de 2002

Em By The Way, Frusciante usou um Marshall Major de 200 watts e Marshall Super Bass de 100 watts. Geralmente utilizando um destes em uma configuração estereo de som com algum outro amplificador de guitarra, tipicamente um Fender Showman Blackface conduzindo um Marshall.
- Guitar World (USA), Julho de 2002

- Marshall 25/55 Silver Jubilee
John usou outras guitarras para as sessões de By The Way, mas as faixas em que foram usadas não fazem parte do álbum. "Tivemos algumas músicas mais pesadas que não entraram no álbum, por terem um som mais pesado e distorcido - em algumas eu usei uma SG através de um Marshall que é dobrado com uma distorção", John se lembra. "Para mim, esse é o tipo final de distorção do som. Eu tenho uma excelente SG de 1961 - Vincent também descobriu ela para mim - ela tem P90s e eles são realmente ótimos. Nós também fizemos uma faixa de 15 minutos chamada "Strumming In D On J", o título significa literalmente "Dedilhando na escala de D (ré) na Jaguar" e espero que possamos lança-la, porque é uma música funky muito boa.".
- Guitarist Magazine, Junho de 2003
- Fender Blackface Showman

"Uso também um reverb da Fender dos anos 50."
- Tonal Telepathy, Agosto de 2002
- Fender Tube Reverb 63'

"Eu estava usando um grande reverb de mola Fender dos anos 60. Eu usei-o com um sintetizador de modulação - que é o som que você ouve no refrão de "Throw Away Your Television". Como seria de se esperar pelo nome, ele tem "grande reverb", mas também tem um som realmente bem grosso com um ótimo tom."
- Total Guitar, Agosto de 2002






"Eu usei reverb em grande parte deste álbum, como eu nunca tinha realmente feito antes. Essa é uma das principais diferenças entre o som da guitarra. Eu estava realmente influenciado por toda a surf music que eu tenho escutado. Eu tinha um velho Fender Spring Reverb."
- Guitar World (USA), Julho de 2002


Turnê:

- Marshall Major
- Marshall 25/55 Silver Jubilee (2X)

"John usa um amplificador Marshall Major 200W com válvulas KT88 e um Silver Jubilee, juntos. Os amplificadores são usados simultaneamente através de um Boss Chorus CE-1 onde o sinal entra em mono e sai em estéreo. Então, dessa forma se o chorus está ligado ou não o sinal fica dividido para os dois cabeçotes. O Silver Jubilee é apenas um pouco sujo no volume que usamos."

Os cabeçotes Marshall Major são difíceis de se encontrar, fomos capazes de encontrar somente três e nos conhecemos um cara chamado Mike Hill, que trabalhava na Marshall e ele nos disse que eles só fizeram cerca de 100 amplificadores desse - entre 1969 -1973. Eles são especiais porque em 200W você estar no seu volume máximo e ainda ele é realmente limpo. É basicamente como um amplificador de baixo. John soa tão limpo, com toda distorção ou overdrive é seu jeito de tocar a guitarra com os diferentes pedais. Se algo der errado e eu tenho que tirar o cabeçote Marshall para conferir, e - em seguida, quando você o coloca de volta, você realmente tem que regular ele tudo de volta. Você não pode simplesmente marcar os números que usa nele e os por novamente, porque do jeito que está configurado, o jeito que nós o usamos através das entradas significa que ele tem que ser corretamente regulado ou vai se tornar muito distorcido ou não vai ser enérgico o suficiente - mudando todo o timbre - ele é muito instável. Você tem que configurá-lo cerca de quatro vezes para encontrar o ponto certo. Eu estou acostumado com isso agora. "
- Dave Lee (técnico de equipamentos de John Frusciante) - Guitarist Magazine (UK) - Junho de 2003

Amps: Stadium Arcadium - Red Hot Chili Peppers

Marshall Silver Jubilee 1
 - Cabeçotes Marshall Major e Silver Jubilee (edição especial). Caixas Marshall 4x12 com alto-falantes Celestion originais de fábrica.
Marshall Major
Marshall Silver Jubilee 2 - usado com a Les Paul

"Os amplificadores foram colocados no quarto com a bateria. Isso nos deu a atmosfera que as bandas dos anos 60 tinham, eles sempre fizeram isto deste modo. Na década de 70 os amps foram levados para outra sala, e isso fez essa atmosfera desaparecer. Estamos tentando reviver isso. É por isso que o álbum é cheio de feedbacks. Eles não podem ser evitados, por vezes, é como se todo o som fosse se partir... Eu gosto de fazer isto, o tanto quanto pudermos. O novo álbum é muito importante para mim, porque eu parei de tocar cuidadosamente. Eu tenho limitações. Eu queria que a guitarra brilhasse o máximo possível."
- Teraz Rock, Maio de 2006


OBS: John Frusciante utilizou os mesmos amps na turnê do álbum (2006-2007).

Amplificadores para o rock - Junho de 2003

Marshall Jubilee 100 (à esquerda)  provido de crunch,
enquanto o 200W Major está no clean power.
"John usa um amplificador Marshall Major 200W com válvulas KT88 e um Silver Jubilee, juntos. Os amplificadores são usados simultaneamente através de um Boss Chorus CE-1 onde o sinal entra em mono e sai em estéreo. Então, dessa forma se o chorus está ligado ou não o sinal fica dividido para os dois cabeçotes. O Silver Jubilee é apenas um pouco sujo no volume que usamos."

Os cabeçotes Marshall Major são difíceis de se encontrar, fomos capazes de encontrar somente três e nos conhecemos um cara chamado Mike Hill, que trabalhava na Marshall e ele nos disse que eles só fizeram cerca de 100 amplificadores desse - entre 1969 -1973. Eles são especiais porque em 200W você estar no seu volume máximo e ainda ele é realmente limpo. É basicamente como um amplificador de baixo.

John soa tão limpo, com toda distorção ou overdrive é seu jeito de tocar a guitarra com os diferentes pedais. Se algo der errado e eu tenho que tirar o cabeçote Marshall para conferir, e - em seguida, quando você o coloca de volta, você realmente tem que regular ele tudo de volta. 

Você não pode simplesmente marcar os números que usa nele e os por novamente, porque do jeito que está configurado, o jeito que nós o usamos através das entradas significa que ele tem que ser corretamente regulado ou vai se tornar muito distorcido ou não vai ser enérgico o suficiente - mudando todo o timbre - ele é muito instável. Você tem que configurá-lo cerca de quatro vezes para encontrar o ponto certo. Eu estou acostumado com isso agora. "
- Dave Lee (técnico de equipamentos de John Frusciante) - Guitarist Magazine (UK) - Junho de 2003
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